quarta-feira, 28 de maio de 2014

Uma história para descontrair!

Casa mal assombrada



Ainda dia, por volta das 2:30 da tarde, esperava meus pais voltarem para casa. Não sabia que a partir daquele momento minha vida mudaria. Fazia pouco tempo desde que compramos nossa nova casa, de fato muito bonita, dois andares, varanda, 3 quartos, 3 banheiros, uma piscina e um sótão. Porém, confesso que não estava feliz com a mudança.

A partir das 3 horas, começamos a empacotar as coisas. 3:45, todos já tinham suas coisas empacotadas. 4:00 chegamos à casa. Primeira coisa à fazer, achar meu quarto. É claro peguei o melhor. Me tranquei no quarto, mesmo como filho único gosto do doce som do silêncio e da boa privacidade. Passei o dia lá; hora deitado, hora desempacotando as coisas e assim foi. Não era meu quarto de costume, mas poderia conviver com o novo sem problemas.

Desci as escadas, 8:00 horas, finalmente chegara a hora do jantar, sentado a mesa, o primeiro assunto que surgiu claro, foi sobre a nova casa. Meus pais adoraram, uma casa mais bonita, espaçosa, e o melhor de tudo, era novinha em folha. Meus pais mandaram construir a casa à um tempo, porém só agora  estamos morando nela. O lado bom, que eu gostava, era tudo em silêncio, na rua não se via ninguém, os vizinhos eram como santos, não ouvíamos nem mesmo o interfone. 

Passado 6 dias, observei ter uma vizinha que parecia ser simpática, e o melhor, estava na minha escola. Já nos conhecemos, na verdade, somos amigos. Ela vem hoje em casa para estudarmos, espero que ocorra tudo bem. 3:30 ela chega, sentamos na sala e começamos a estudar. Meus pais haviam saído de casa 15 min depois dela chegar. Estudamos até as 7:00, cansados de estudar, saímos até a porta de casa, ficamos conversando sentados na grama. Bateu uma foma, voltamos. Ao chegar a porta, notei que estava trancada, e eu sem a chave. Dei a volta na casa procurando uma janela na qual pudesse entrar. Por fim achei uma, nós entramos. Escuro, bati na mesa umas 2 vezes tentando achar o interruptor, achei porém não estava ligando. Começava a ficar preocupado. Pedi a ela que ficasse na cozinha até que pudesse achar algo para iluminar o caminho. Subi no meu quarto à procura de uma lanterna, finalmente encontrei, desci as escadas, porém minha amiga havia sumido. Ouvi gritos, mas não pareciam se dela, estavam mais pra um grito de uma velha. A lanterna começa a falhar, a pilha esta ficando fraca, preciso achar algo que possa me ajudar. Indo para a sala, esbarrei em uma coisa parecida com um corpo, ao mirar a lanterna pra tal coisa, ela apaga; consegui ver pouco, um treco parecido com um corpo sendo enforcado, com gotas de sangue escorrendo pelas mãos e testa. Estava ficando com medo, não conseguia ver nada. com os braços na frente do corpo, senti algo me puxar pra baixo, estava caindo, caindo, parecia que não acabava mais, estava apavorado. Cai no que parecia uma mesa macia. Machuquei um pouco minha perna. Finalmente, tochas se ascenderam, consegui enxergar. Em um canto da sala onde eu estava, vi o mesmo corpo da primeira vez, não era uma imaginação! Fiquei apavorado, estava quase chorando, desesperando. Olhando em volta, ouvi o mesmo grito, mas agora em formato de riso, virei o rosto para a esquerda nada, virei o rosto para a direita, bem perto, uma cara de bruxa com sangue entre os dentes, segurando um machado, gritou a partir do momento que olhei para ela. Agora sim eu morro, estou certo de esse ser o meu fim, por que tão trágico, morrei esquartejado ou enforcado por aquela senhora, que nem sei quem é.

Estava afiando o machado, provavelmente para me matar, pensava no que podia fazer, se saísse da mesa e ela percebesse, tacaria o machado e perderia a cabeça, porém se ficasse lá, isso iria acontecer também. Depois de pensar no que fazer, com o coração acelerado, podia o sentir batendo em meu peito parecia que ia explodir. De vagar, fui até uma escada que levava ao primeiro andar, consegui dar vários passos, porém um me comprometeu, pisei em um pedaço de madeira solto, e ela percebeu, correndo, subi as escadas, e ela atras, correndo o mais rápido possível, ouvi o som de algo cortar o vendo, um machado atingiu a parede ao meu lado, pensei que morreria ali. Do bolso, ela tira uma faca, dessa vez a joga, acerta meu pé direito, caio no chão não consigo correi ela se aproxima, e por fim chega até o meu alcance, arranca o machado da parede, o ergue para cortar minha cabeça, não consigo correr, não a ninguém que possa me ajudar, vou morrei.

--- AAAAhhhh!!! com um susto, olho em volta, vejo a menina que veio estudar comigo em casa, vejo a sala iluminada, ainda são 7:30, dormi debruçado sobre a mesa. Ela conta, que eu a chutei várias vezes por conta do pesadelo, também conta ter ficado assistindo TV enquanto eu dormia.

Depois da quilo, meus pais resolveram vender a casa por problemas financeiros, voltamos a morar na mesma casa de antes, meus pais começam a procurar outra casa para comprar, dessa vez acho que vou morar com a minha vó! 


Fim

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